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Vivemos em tempos de grandes mudanças e desafios.

A importância da mulher na sociedade faz-se cada vez mais visível, na ocupação de cargos públicos e privados. No entanto, há ainda muitos avanços a serem perseguidos, muitos desafios a serem enfrentados.

Os desafios são grandes, mas quanto menor for a resistência das pessoas, no sentido de questionar ou combater as pautas femininas, mais ampla e eficaz será a efetivação de uma sociedade igualitária.

Hora de nos reinventarmos

Mundialmente, vivemos um tempo de grandes transformações, uma travessia complexa, veloz e desafiadora. Velhas respostas não atendem às novas questões da humanidade. Época que exige sororidade, flexibilidade, intuição, amorosidade, força e capacidade para gerir o novo. O papel do feminino se faz cada vez mais relevante nas instituições e entre as lideranças, para realizarmos a transição necessária e estabelecermos uma nova relação social. Inúmeros sistemas e modelos econômicos, políticos e sociais, até então vigentes, não estão se sustentando, numa clara demonstração da força da mudança, que já começou.

As grandes viradas necessárias em tantas áreas, como educação, saúde, meio ambiente, economia e política, passarão pela VIRADA FEMININA.

Compromisso

Neste contexto de grandes mudanças, a ONU, juntamente com 193 países-membros, estabeleceu 17 Objetivos Globais para cumprimento até o ano 2030. Dentre os objetivos, a Igualdade de Gênero representa um desafio importante para o enfrentamento das desigualdades, que impedem nosso avanço enquanto civilização. A VIRADA FEMININA está inserida neste e nos demais objetivos, reforçando o compromisso do Brasil como signatário da Agenda 2030.

Principais objetivos

Reunir, positivamente, diferentes segmentos da sociedade, para tratar de temas relacionados à MULHER, propor ações de apoio às mulheres e elaboração de políticas públicas.

Debater com a sociedade sobre a relevância da presença feminina no atual contexto de mudanças globais, na política, na economia, na saúde, na educação, etc.;

Inserir temáticas no debate, tais como: arte, cultura, economia, educação, empreendedorismo, enfrentamento à violência, diversidade, questões geracionais, política, saúde, sustentabilidade, trabalho. Alinhar as temáticas à Agenda 2030 da ONU, e assumir o compromisso com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, os ODS.

Envolver movimentos de apoio à mulher e lideranças femininas empresariais, políticas e sociais, pois trata-se de um movimento nacional suprapartidário.

Identificar e apoiar novas lideranças femininas e, conscientizar o maior número de pessoas sobre a necessidade de seu engajamento social e político.

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